CARTA ENVIADA AO JORNAL DO COMMERCIO EM 05/10/2011

6 outubro 2011

Agressão
Responder |PAULO FERNANDO DE MOURA BEZERR CAVALCANTE para vozdoleitor
mostrar detalhes 18:32 (16 horas atrás)

Em edição nacional, o comediante Rafinha Bastos agrediu a familia brasileira, ao dizer, ( ao ouvir que a cantora Wanessa Camargo estava grávida), que transaría com ela e com o bebé. Essa tirada pedófila feriu os ouvidos de todos os que têm o mínimo de respeito pela familia, o que não acontece com o comediante, que em um dos seus shows, fez piada chamando o pai de “gay” e a mãe e a irmã de prostitutas. O fato de não existir censura à imprensa brasileira, aumenta a responsabilidade dos profissionais que são formadores de opinião. A única pena paga pelo agressor, até o momento, foi ter sido afastado da edição da ultima segunda-feira.
do CQC. Parece que de nada serviu, pois o mesmo lançou na Internet um video tripudiando com o caso. Aparece em um restaurante e recusa a sugestão do garçon de servir-se de BABY-beef, FRANDINHA, e recusar bebida, dizendo BEBE não. Por incrivel que pareça, em uma rede social, ainda tem gente que defende o marginal agressor, chamando de “tirada inteligente” o escárnio do elemento. Tristes tempos, em que um pai e um marido não defendem a honra de sua filha e esposa. E, perguntar não ofende: por anda anda o Ministério Publico, guardião da ordem e dos bons costumes?
Paulo Fernando de Moura Bezerra Cavalcanti – Assinante


A TORRE DE OURO – Coletado da Cresatomatia de Radagásio Taborda

6 outubro 2011

..Todas as mensagens do blogMeu blogAdicionar.O SINO DE OURO – JÚLIA LOPES DE ALMEIDA,1862-1932Postado por Altair Andrade Cruz em 5 junho 2011 às 1:00
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Maria Matilde tinha um sonho: fazer construir rente à baía de São Marcos, na sua linda cidade de São Luís do Maranhão, uma torre alta, muito alta, encimada por um enorme sino de ouro com os nomes de todos os Estados do Brasil, formados com pedras preciosas. Quando o sino badalasse, reboariam na atmosfera as suas sonoridades, acompanhadas pelo ritmo das ondas, e, quando os astros o iluminassem, rutilaria no espaço esplendidamente.
Mas a velha louca parecia não ter um vintém de seu. Morava num casebre em ruínas, vestia-se de trapos imundos, comia só raízes e ervas do mato e bebia água na concha da mão encarquilhada e ossuda. Não tinha dinheiro para as necessidades da vida, porque, se lhe davam uma esmola, ela corria a escondê-la para o sino de ouro, e ia iludir a fome com os sobejos atirados pela caridade, ou um rabo de peixe chupado à porta de um pescador. Ninguém o sabia, mas o seu colchão estava já tão cheio de moedas que lhe magoava o corpo miserável, a ponto de ela preferir estender-se no chão duro, sobre uma esteira esgarçada.
Já tinha a sua idéia fixa, e, para realizá-la, seria precisa uma fortuna! A sua torre de ouro, com um sino cravejado de pedras preciosas, maravilharia o mundo inteiro… Em casa ou na rua a visionária falava só, gesticulando, movendo no ar os dedos nodosos, de unhas grandes.
As crianças fugiam atropeladamente ao ver-lhe, de longe, o busto esguio; os adultos afastavam-se daquela imundície, e ela passava sem ver ninguém, resmungando: — Quando o sino de ouro fizer: Ba-ba-la-ão! Ba-ba-la-ão! todo mundo dirá: “É o coração do Brasil que está batendo… Que lindo é e como bate bem!”
E ela ria-se, sacudindo os longos braços magros, a repetir pelas ruas sossegadas: — O coração do Brasil está parado… Quero faze-lo palpitar com força… Ba-ba-la-ão! Dão! dão!
Uma noite de chuva e de relâmpagos, Maria Matilde chegou encharcada e tremendo com o frio da febre à sua choça; mas, logo ao entrar, esbarrou com uma pobre rapariga da vizinhança, que se ajoelhou chorando a seus pés.
Qual não foi o seu espanto! Se ninguém a procurava nunca… Uns tinham medo da sua morada de louca, supunham-na outros feiticeira, bruxa, o diabo em pessoa!
Ela parou no umbral, estarrecida; a outra exclamou de mãos postas:
— Maria Matilde, tem dó de mim! Minha madrasta, aquela má mulher, expulsou-me de casa e aos meus irmãozinhos, que foram mendigar por essas ruas quase nus… É por eles que eu choro. Dá-me um filtro, Maria Matilde, para abrandar o coração de minha madrasta e fazer com que meu pai abra a sua porta aos filhos pequeninos, que são inocentes e estão passando fome, sofrendo frio, com medo do escuro, por essas praias.
Se for preciso o meu sangue para salvar os anjinhos, toma-o! Abre-me as veias, aqui tens o meu corpo!
E a moça desnudava-se oferecendo os pulsos e o colo suplicemente.
Maria Matilde, de olhos arregalados, dobrou-se toda sobre a linda cabeça da moça:
— Darás a vida por teus irmãos?
— Darei a vida!
— Jura?
— Juro! Aqui me tens, mata-me, se para bem deles a minha morte for preciso. Dizem que és feiticeira, mas o que tu és é surda! Não prolongues a agonia de meus irmãos, Maria Matilde! Aqui me tens!
A velha considerou a rapariga com espanto, depois, rapidamente, correu ao catre, sumiu as mãos trigueiras nos rasgões da enxerga e atirou punhados de moedas, vertiginosamente, para o regaço da moça estupefata.
— Teus irmãos estão nus? Toma, vai comprar agasalho para eles! Têm fome? Dá-lhes pão…muito pão… Toma! Toma! Toma! Vai para junto deles, boa irmã, vai com Deus!
A moça aparava aquelas moedas inesperadas num delírio de felicidade. A velha deu-lhe tudo, tudo, depois empurrou-a violentamente pela porta fora, fechou-se por dentro e desatou a chorar.
Como haveria ela agora de comprar o sino de ouro e construir a sua alta torre rutilante? Teria de recomeçar pelo primeiro vintém, e as costas doíam-lhe tanto… tanto! Ao menos nessa noite poderia dormir sobre o seu colchão… O que a fazia tremer eram aquelas cobrinhas de gelo que andavam a passear pela sua espinha… A cabeça estalava-lhe.
Era a febre! Maria Matilde debateu-se toda a santa noite, com os lábios secos, os olhos em fogo, as roupas, ainda alagadas da chuva, unidas aos membros doloridos.
Pela madrugada serenou e rompia a manhã gloriosa, quando ela ouviu a voz dulcíssima de um anjo dizer-lhe à cabeceira:
— Construíste esta noite a tua torre e por ela subirás ao céu!
Maria Matilde atirou para fora do catre as pernas finas, aconchegou aos rins os molambos da saia, aos ombros os farrapos de um xale e correu ansiosa para a praia.
A cidade dormia ainda; só os passarinhos despertavam cantando. No largo mar azul o sol nascente espelhava uma coluna de ouro tão larga e tão longa que ninguém lhe poderia calcular as dimensões.
No ar voavam gaivotas até além, às nuvens de ametistas e de rubis, que engrinaldavam no horizonte a torre deslumbrante. Era a pedraria do sino que reluzia! Sumindo nela os olhos felizes e fascinados, Maria Matilde sacudiu os longos braços, gritando vitoriosa, antes de cair redondamente na areia fria:
— Ba-ba-la-ão! Ba-ba-la-ão! Dão… Da…ão!
Quando a miragem do sol se desfez, já a louca tinha subido pela torre de ouro até o céu!


MÚSICA PARA MIM É UNIVERSO CONCENTRADO EM 7 NOTAS

27 julho 2011

MÚSICA – Para mim é o Universo concentrado em 7 no

A musica é tudo que pode existir, pois ressoa aos nossos ouvidos e toca o coração, ela pode ser um canto de saudade, ou de muita alegria, de sonhos impensados ou duras realidades, as melhores musicas são feitas da mais pura motivação humana, onde o autor coloca a beleza, a tecnica e a inspiração, atravez da musica podemos passar de tristes para alegres, de cansados para dispostos, de desacreditados para cheios de fé.
Uma boa musica pode ser ouvida um dia inteiro e não cansar os ouvidos, a musica é deifinitivamente o melhor dos presentes dado por Deus em forma de talento e é a Deus que agradeço o privilégio de poder ouvir, ao menos.
Segue uma linda canção que já ouvi bastante e ainda não cansei…
Enjoy
http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2539741

9 julho 2011

OFF = AINDA O EXAME DA OAB

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Cursos Jurídicos
Para leitor, resultado da OAB apequena mundo jurídico do Estado
Internauta recorda dos seus tempos na Casa de Tobias, a Faculdade de Direito do Recife
Publicado em 07/07/2011, às 20h35
Paulo Fernando de Moura Bezerra Cavalcanti
O resultado do último exame de ordem da OAB apequenou o mundo jurídico do nosso Estado, berço do estudo do Direito. Formei-me com justo orgulho, na “Casa de Tobias”, onde tive o privilégio de estudar com luminares da Ciência Jurídica, como J.J. de Almeida, Pinto Ferreira, Ruy Antunes, Luiz Rodolfo, Nelson Saldanha, Vamireh Chacon, José Ajuricaba, Egydio Ferreira Lima, Djacy Falcão, Gentil Mendonça (pai), Luiz Delgado (pai), Marcus Vinicius Vilaça, Lourival Vilanova, entre outros. Algumas aulas eram verdadeiras conferências, afora professores convidados como o inesquecível Prof. Sobral Pinto.

Já no Vestibular, com provas escritas e orais e tendo português como eliminatória, éramos examinados por Professores do gabarito de Adauto Pontes. Guedes Alcoforado, José Brasileiro Vilanova, José Lourenço, Lauro de Oliveira e Amaro Quintas. Hoje, vestibulares são agendados até por telefone e as provas aplicadas via Internet. Não é difícil imaginar o tipo de curso que é ministrado por algumas Faculdades Caça-Níquel que visam apenas o valor das mensalidades, de alunos que visam apenas o diploma. É difícil conservar o orgulho de ser Bacharel em Direito, nos tempos que correm.


PAGAMENTO DE PROMESSA

12 junho 2011

DIÁRIO DE BORDO

 

                                 Nem todos os que se declaram

                                 doutores da verdade, o são na

                                 realidade. Há também os falsos

                                 Profetas.

 

 

                                Podem ser reconhecidos por

                                 suas obras más.

                                 (Mateus, 7 – 15,21)  

 

 

Acima do estrado que servia de palco ao pastor, uma placa luminosa alertava: “NO AR”,em letras vermelhas. Oque pregava tinha uma voz    autoritáriamente vibrante. Pareceu a mim,

que ali estava pela primeira vez,  a voz de uma pessoa muito bem treinada, para despertar emoção.  Os fiéis estavam praticamente  em transe. Uns olhavam para o telhado com as mãos estendidas , em  súplica,        outros tremiam os lábios e o queixo e em quase todos as lágrimas corriam fartas. O transe acabou ao apagar o letreiro que  dizia  estarem no ar. A magia foi quebrada pela voz estridente dos “obreiros”, que usavam compridas varas, com uma sacola de pano vermelho presa à ponta, para arrecadar  dinheiro dos fiéis. Tirava-os da oração sem a menor cerimônia, cutucando-os, muitas vezes no rosto            . Suas vozes eram rascantes e agressivas. E não paravam um só instante de sugar os pobres ocupantes dos bancos de orações. A primeira vez que me colocaram a tal sacola na frente, ainda contribui, mas logo depois chegou outro obreiro e me tocou com a tal sacola no tórax.

Falei que já havia contribuído porém fez que não ouviu e continuou com a sacola no meu peito. Como não havia sido hipnotizado, segurei firme na sacola, puxando-a e empurrando-a com firmeza. Santo remédio, meu algoz foi embora. Eu estava ali, a pedido da minha esposa que é evangélica. Faltavam dias para minha cirurgia cardíaca, e, segundo acreditava ela, ingenuamente, eram tantos os milagres que ali aconteciam, que provavelmente eu nem precisaria ser operado. O que vivi naquela “igreja” foi uma revolta enorme, acompanhada de muita pena dos pobrezinhos explorados por aquela súcia. Sobe ao estrado um outro pastor, muito mais versado na arte de arrancar dinheiro. Primeiro ameaçou a quem negasse dinheiro a Deus, (eles, lógico). Depois perguntou quem ali tinha fé. Todos levantaram as mãos . “Quem tem fé de doar a Deus cinqüenta reais? “ Duas pessoas levantaram as mãos. Imediatamente os obreiros-cobradores abordaram os doadores. “Quem tem fé de doar trinta

Reais?”, Depois, 20, 10, 5,2 e 1 real. Mas não parou ali. Seguiram-se 50, 25, 10 e 5 centavos. Doía ver

Os pobrezinhos de joelhos, surradas sandália de dedo nos pés, sendo “aliviados” do dinheirinho do ônibus até os últimos centavos. Quando não havia mais o que ser sugado, a rádio entrou novamente

“NO AR” e não se tocou mais no assunto dinheiro.

Em vez, o “pastor” fez uma prática linda, com uma voz aveludada e amiga, convidando os ouvintes a presenciarem pessoalmente os “milagres” que ali ocorriam. Após a fala do “cobrador de Deus”, já sem transmissão pelo rádio, foram distribuídos envelopes a fim de que os fies os levassem para casa, e os devolvessem com sua contribuição para a Campanha disso, Campanha daquilo….

E eu não sei como os céus não mandaram um raio sobre as cabeças daqueles bandidos, vendilhões do templo. Nem vou falar das “curas” ali ocorridas. Teatro da pior qualidade, encenado por péssimos atores. Na saída, juntamente com os fiéis, saíram

Os sacos de dinheiro, escoltados por cerca de dez seguranças. A única coisa que pude fazer, foi prometer relatar isso à maior quantidade de pessoas que pudesse. Promessa que estou cumprindo agora, tantos anos depois.

                   (Afogados, 08/06/2011)


DIÁRIO DE BORDO

11 abril 2011

 

                     M I N H A S     V I D A S

Nesta fria e chuvosa noite de 10 de abril de 2011, pus-me a pensar a respeito de minhas outras vidas.  Não vidas separadas pela morte, mas as vidas que vivi, dentro desta minha vida. Todos nós vivemos épocas tão distintas que nos parece até inverossímeis

terem existido. Nas minhas lembranças da infância, vivo um tempo maravilhoso da descoberta do mundo, das peladas na rua com a molecada, das paixões pelas coleguinhas da escola, da pesca do siri com um pedaço de bofe de boi amarrado com um cordão na ponta de uma vara, das matinês de domingo nos cinemas do bairro, sobraçando gibis lidos e relidos para troca e venda, da descoberta da leitura, enfim, assisto a tudo isso como se não tivesse acontecido comigo, como se estivesse no cinema assistindo a uma aventura cinematográfica. Outro filme que assisto amiúde, é o da juventude. A descoberta do amor carnal por uma mulher que nos transforma de curioso a caçador implacável de aventuras amorosas, das loucuras típicas dos inconseqüentes, como nadar, com  perigoso risco,

em mar aberto, longe da praia, pular da Ponte do Pina e da Ponte Duarte Coelho, no centro da cidade, esta em plena tarde de sábado de carnaval, vindo da pelada na praia… nem parece que fomos nós. E é certo que não fomos. Foi outro, quem viveu essas vidas, porque com a experiência da pessoa que hoje somos, jamais praticaríamos  tamanhas sandices. Mas foi preciso que as cometêssemos, para sermos o que hoje somos. Um dia assistiremos a todas as nossas vidas, sentados em poltrona de luxo, no Cinema de Deus.

                           (Extraído do meu livro “Diário de Bordo”, ora em elaboração).


HOMENAGEM A UMA MULHER LINDA

3 abril 2011

Lembrança do Natal de 2010:

http://www.youtube.com/watch?v=ON04gLDIWhY


ESPLENDOR- A ENTRADA DE CLEÓPATRA EM ROMA

29 março 2011

Ou, porque fomos colonizados pelo cinema americano,

http://www.youtube.com/watch?v=jw9VjbgFI0g


Colaboração da amiga Bel Melani :

29 março 2011

A INTEGRIDADE É AMARELA

29 março 2011
Autor(es): Taís Braga
Correio Braziliense – 17/03/2011
 
A tragédia no Japão tem-nos revelado mais que o sofrimento de uma população diante da força da natureza. Temos visto diariamente a intimidade de um povo que sabemos ser forte diante das adversidades e só então podemos compreender como se forma uma grande nação: com educação. Nem mesmo nos momentos mais duros percebemos atitudes violentas ou tumultos provocados pelos moradores das áreas atingidas pelo terremoto seguido de tsunami. A possibilidade de contaminação por radiação não transforma os cidadãos em seres incontroláveis.
Os japoneses são um exemplo do que é sociedade. Demonstram nos gestos delicados, na forma de falar, que o coletivo é mais importante que o individual. Organizam-se em filas, cuidam de crianças e idosos de forma respeitosa e igualitária. E a postura do cidadão japonês que aguarda o seu quinhão não é a de um pedinte em busca de favor. Sabe que o governo cumpre uma obrigação. E ele, recebe o seu direito.
A nós, ocidentais, o conceito de unidade parece cada vez mais distante quando vivemos e sofremos ao longo dos anos com medidas egoístas tomadas por governantes cujo único compromisso é com o próprio umbigo. Quantas vezes nos deparamos, estarrecidos, com denúncias de desvio de doações, demora na liberação de verbas ou simplesmente o esquecimento de pessoas e áreas atingidas por desastres como seca, inundação?
Conhecido como a Terra do Sol Nascente, o Japão nos dá exemplo de cidadania, coragem e dignidade, conquistadas ao longo dos anos, com o empenho de cada um dos habitantes e com a ação do Estado. Nas imagens podemos ver pessoas pacientemente à espera de comida e água, ainda que próximas a supermercados com portas derrubadas, máquinas avariadas. Em um albergue da província de Miyagi, uma carteira esquecida por um jornalista — com dinheiro e cartões de crédito — foi encontrada e entregue ao responsável pela instituição e, em seguida, resgatada pelo dono.
Por trás do cenário de desolação me vem à mente a trilogia das cores, uma visão pessoal do cineasta polonês Krzysztof Kieslowski, inspirada no lema da revolução francesa e nas cores da bandeira da França: a liberdade é azul, a igualdade é branca e a fraternidade é vermelha. Hoje sei: a integridade é amarela.

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